Ao ler o comentário codificado do Fanan, percebo qual a razão que as associações ditas defensoras do Ambiente não emitiram ainda opinião sobre o fim da península de Cacela,os interreses pessoais sobrepõem-se aos interesses colectivos da verdadeira defesa do Ambiente.
A presidente da ARH Valentina Calixto, que é ao mesmo tempo presidente do Polis, abre uma Barra numa zona de protecção integral da Rede Natura 2000, a pedido do presidente de uma cooperativa de productores argumentado este, que as ostras estavam a morrer por falta de oxigénio,quando foi esse mesmo presidente que no programa verão total dizia que as aguas da Ria Formosa eram as melhores aguas da Europa para produzir ostras.
Não quero saber se as ostras cultivadas em Cacela são exóticas ou não, pois para isso existe o IPIMAR, e esse devia exercer o seu papel de introdução de espécies exóticas na Ria Formosa,será que o faz? É o que posso questionar?
Se há falta de oxigénio, em 1º lugar deve-se ver qual a fonte que dá origem a essa falta de oxigénio,não será falta de dragar a Ria regularmente como é obrigação do estado e do ICNB? os Campos de golfe bem próximos do local não terão nada a ver como essa falta de oxigénio,as descargas da estação elevatótia de Cacela que só no principio do verão acabou, não estarão envolvidos na falta de oxigénio?
Quem fez as análises que determinaram a falta de oxigénio?
A estas perguntas toda a gente quer fugir. O que é certo é que a abertura dessa barra e a destrição da península de Cacela, vai fazer correr muita tinta pois é um dos maiores crimes ecológicos cometidos na Ria Formosa em conjunto com encerramento da Barra que a natureza abriu este ano.
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em: Hoje às 07:03:37
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em: Hoje às 09:24:12
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O problema das barras tem muito que se lhe diga e em Cacela ainda mais. Nessa Peninsula foi onde o ICNB mais apostou na plantação de plantas ditas autoctones; pergunya-se porque foram agora destruidas se foram ali postas precisamente para fixar as areias? Pergunta-se tambem qual o papel do ICNB nessa materia? De qualquer das formas, este tipo de intervenções está sujeito a estudos de Impacto Ambiental; porque não foram feitos? E quem garante que a barra do Lacem não vai ser reaberta, formando então uma autentica ilha? Se repararem, na margem continental está um hotel. Transformada a Peninsula em ilha, porque não arranjar uma area para uso privado, tal como prevê o POOC?
O papel dos Augustos da Paz é precisamente o de dar a justificação para a aprovação de obras de emergencia, tentando iludir a legislação sobre a necessidade de estudos de impacto ambiental. Augusto da Paz não diz onde vão parar as escorrencias do campo de golfe. Se a barra do Lacem se mantivess aberta, com a ribeira, onde são jogados os nitratos dos campos de golfe, mesmo em frente o impacto dos nitratos seria menor, uma vez que poderiam sair logo pela barra. As dragagens para manutenção da navegabilidade em segurança dispensam os estudos de impacto ambiental, mas não foi isso que fizeram. Por outro lado, a dinamica das areias aconselharia a que a abertura de uma barra fosse feita a oeste da do Lacem para permitir a sua deslocação para Leste, |
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Temas em debate / Ria Formosa / Cecilia Honorio do B.E. questiona o governo sobre a poluição, na Ria Formosa.
em: Ontem às 10:30:18
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As deputadas Cecília Honório, eleita pelo distrito de Faro, e Rita Calvário, da Comissão Parlamentar de Ambiente, questionaram o Ministério do Ambiente sobre a poluição na Ria Formosa.
Pescadores e mariscadores locais têm vindo a denunciar as descargas provenientes de suiniculturas e o amontoamento de lixo diversos, como eletrodomésticos, plásticos ou sucata automóvel, naquela zona do Parque Natural. A tonalidade da água e o odor libertado, decorrentes desta situação, é mais acentuado em alturas de maré baixa, pelo que estas práticas merecem cabal resolução. A poluição na Ria Formosa tem sido diversas vezes denunciada pelas populações dos concelhos abrangidos, nas mais variadas instâncias. O BE recorda, por exemplo, que, em Março de 2009, a associação cívica “Somos Olhão” apresentou uma queixa, à Comissão Europeia, contra o Estado Português, motivada pelo despejo de efluentes na Ria Formosa. As deputadas do Bloco de Esquerda exigem que o Ministério do Ambiente adote medidas urgentes para pôr cobro à situação de poluição na Ria Formosa e que promova a recuperação das áreas afetadas. Cecília Honório e Rita Calvário querem ainda saber se o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade têm os meios adequados para garantir a preservação dos valores naturais protegidos do sotavento algarvio. |
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em: Ontem às 10:04:39
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ó Fanan será que este extrato de texto que eu copiei do blog defesa de Faro:
"Cá para mim deve ser sócio da Almargem, e assim sempre podia vender por 4, milhões de euros terrenos da Reserva Agrícola ao IKEA. Ou então se conseguir ser tão ecologista sempre pode fazer um estudo de impacto ambiental aprovável, ou arranjar emprego numa cimenteira como o José Manuel Palma, da Quercus ou o ex. presidente da Almargem João Santos. " Este extracto de texto ,tem alguma coisa a ver com a mensagem em código, que você publica no seu comentário? Se assim for já se percebe qual a razão que a Quercus e a Almargem nada dizem sobre o fecho da barra da Fuzeta que a natureza abriu, depois de terem deixado a natureza fazer o trabalho do Polis,ou seja demolir as casas. Se a abertura da Barra ali colocava a Fuzeta em perigo, porque não consolidaram o cordão dunar antes que esse fosse rompido? Ou esperaram e só decidiram isso, depois da casa do presidente da CMOlhão ser uma das primeira a ser demolidas,pelo mar, depois desse até ter começado a fazer obras de recuperação já com o Programa Polis em execução. Porque razão a Quercus e a Almargem não se pronunciam pela destruição da península de Cacela velha, e pela criação de uma nova ilha no cordão dunar da ria formosa? Será que estão a dormir, ou tem ordens da Valentina para estarem calados? Caso contrário acabam-se os subsídios. |
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em: Setembro 01, 2010, 11:22:58
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Peço desculpa mas é a primeira vez que intervenho no fórum e não é muito fácil. Sobre a Quercus e a Almargem, acho que o alheamento tem a ver com o facto de ser muito difícil saber o que é o nivel"eustático " do mar que é uma coisa que nem os grandes cientistas ainda sabem o que é ( nem se sobe nem se desce) mas que a Eng, Valentina diz que está a subir de tal maneira que até está a pensar colocar a casa dela sobre estacas ( leia-se micro estacas que elevem a sua casa do sapal acima de qualquer suspeita ), e para o que conta com o Rapaz do Minuto Verde, ( leia-se Francisco Ferreira), ou mesmo com os dividendos que o Pai do João Ministro da Almargem ganhou para vender o pomar ao Dr José Miguel Júdice para fazer o IKEA, que pelos vistos não vai para os terrenos dele, mas o dinheiro deve dar para que o nivel eustático das águas do mar não leve a casa da Eng. Valentina, porque não seria justo que quem defendeu o Algarve nos últimos 25 anos contra tudo e contra todos, e que conseguiu que aqueles que lhe encomendam o sal ( leia-se- sabores e saberes, pareceres e outras iguarias algarvias), conseguissem ter uma casa com vista para o mar, nem que para isso tivessem que não aprovar uma urbanização á frente, pese embora o terreno fosse de um senhor do BPN, que eventualmente tinha Dias perdidos debaixo de um Loureiro que permitem que seja possivel através de um sistema sofisticado afugentar os aviões quando o "amigo" do Sr. Oliveira (que está até em prisão domiciliária), e que não pode apanhar "Coelhas" na praia, para que o amigo possa passar umas férias descansadas, mesmo que no concelho da fonte onde nasceu, se esteja a gastar alguns euros do Polis para segurar o buraco 16, ( que não 17- N.º de Portugal), pese embora o Mar. ( Menino Ainda Rebelde), vá levar essa areia para a Praia de Faro, para que uns ilhéus que lá vivem consigam explicar que afinal o Mar trás o que Deus Leva.
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em: Setembro 01, 2010, 06:02:57
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Esta Noticia do Barlavento on line é no mínimo caricato.
Ria Formosa tem nova barra frente a Cacela (com vídeo) Foto Filipe Antunes Ver Fotos » Cacela Velha, nova barra O final da Ria Formosa, junto a Cacela Velha, tem agora uma nova barra, com vista a resolver o problema da fraca ação das marés que ali se vinha sentindo e que estava a afetar os viveiros da zona. TEMAS: Ambiente A intervenção foi planeada pela Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Algarve e financiada pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, que disponibilizou a maquinaria. Na prática, a operação limitou-se a fazer um rasgão no cordão dunar, a nascente de Cacela Velha e a cerca de um quilómetro da antiga barra, que, ao longo dos últimos anos, tem sofrido um forte assoreamento. De acordo com fonte da ARH do Algarve, os trabalhos visaram repor a ação das marés naquele troço final da Ria Formosa (delta), conhecido pelo termo técnico de “fundo de saco”. «Esse chamado delta enchente interior da ria, devido às características do local, ficou com demasiada areia este ano e assoreou, o que fazia com que nunca se fosse além da meia maré», explicou a ARH. «Por essa razão, o ciclo das marés não era completo, já que a areia estava a uma quota muito alta», havendo o risco dos viveiros e produção associada poderem ser afetados devido à falta de oxigenação das águas, prosseguiu a mesma fonte. Igualmente ouvido pelo «barlavento», o vice-presidente da Câmara de Vila Real de Santo António José Carlos Barros disse que os pedidos para a abertura de uma nova barra partiram dos próprios mariscadores, tendo o assunto sido alvo de várias audições. «Em função do que estava em jogo, não nos opusemos à intervenção. Se o resultado for razoável, isto é algo que se poderá inclusivamente fazer com maior periodicidade», explicou o autarca, adiantando que a ARH tem estado a acompanhar o processo e que os mariscadores já se manifestaram agradados. Como noutros locais da ria, a navegabilidade da nova barra de Cacela será possível a partir da meia-maré, não estando contudo previstas intervenções no sentido de a tornar navegável em todas as circunstâncias. Da mesma forma, não estão planeadas intervenções na barra antiga, cuja tendência natural tem sido o assoreamento progressivo, sendo já possível, na maré baixa e naquele local, fazer pedonalmente a travessia da ria. 1 de Setembro de 2010 | 09:21 Filipe Antunes Será que agora é assim a Engª Valentina Calixto abre novas Barras na Ria Formosa a pedido? Onde estão os ambientalistas da Quercus, e da Almargem? Estão de férias ou o poder compra-os todos |
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em: Agosto 30, 2010, 02:40:10
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Excelente texto de Fernando Santos,publicado nos blogs Olhão livre e A Defesa de Faro.
Os presos políticos da Ria Formosa Vivem há muitos anos, há alguns anos ou mesmo há poucos anos, mas usufruem usam e cuidam de uma área dita protegida, que tem estatuto de protegida, porque tudo é proibido e ninguém com responsabilidade para isso cuida de coisa nenhuma, pois isso implicaria sair dos gabinetes e ver o que se passa. A área é protegida por decreto pois ninguém que mande a protege de coisa nenhuma, nem do assoreamento da Ria, nem dos espanhóis que levaram as “bocas” e levaram também os caranguejos, para fazer farinha, nem do assoreamento provocado pela errada intervenção que foi a construção da Marina de Vilamoura, do modo como foi construída, e consequentemente dos molhes de Quarteira, que “levaram” o Forte Novo, mas a culpa parece ser das casas da Praia de Faro. No entanto está mais uma vez em curso mais uma etapa para a protecção de tudo e de nada sem se saber para onde vamos e segundo me parece sem que quem devia saber para onde vamos, saiba exactamente para onde devemos ir, ou não estaria a planear de uma maneira tão secreta. Parece que se descobriu mais uma vez que as ilhas barreira, tinham gente em cima. Gente, que são pessoas, mas não estão a ser tratadas como tal. Gente são seres descartáveis que por acaso até pensam, e isso em democracia é um problema. Aliás seres que pensam tornam-se pessoas e pessoas em democracia são um problema. A democracia mantém-se com rebanhos dirigidos por pastores mesmo que bêbados, e com cães mesmo que pareçam os melhores amigos do Homem. A democracia sobrevive com seres que não pensam ou que só pensam naquilo que os eleitos pelos seres que não pensam querem que eles pensem. Assim nasceram os presos políticos da Ria Formosa. São perseguidos por empregados dos eleitos, (que são pagos pelos seres que não pensam), e que os perseguem devagar, (porque em democracia convém mandar devagar, e proibir devagar, não vá ficar muito parecida com a ditadura, e correrem o risco de, mesmo a malta que não pensa reparar). Essas pessoas, também têm família a viver nas ilhas, e que também está revoltada, mas não pode dizer nada, pois todos têm, irmãos, mães, filhos, primos e tias a trabalhar nas Câmara, na CCDR, na ARH, na Direcção Regional da Agricultura ou noutros organismos quaisquer onde se receba ao dia 20, e se mantém a sobrevivência em troca de não se fazer muitas ondas, ( que é o que dá cabo das ilhas-barreira - as ondas) O problema nasce a partir de um POOC ( Plano de Ordenamento da Orla Costeira que até foi a inquérito público mas tinha tantas páginas que ninguém conseguia ler mas assim legitima-se a sua entrada em vigor) que aperfeiçoado pelos planos seguintes que nunca mais vão acabar pois são eles que dão emprego ás Sociedades de capitais meio público meio privado que empregam os outros primos que não têm emprego e que também são pagos pelos que não pensam, e que criam um clima de medo, insegurança, indefinição e de inquisição, com tecnologias de ponta e excesso de informação impossível de assimilar, que faria inveja ao sistema do “lápis azul”, e mesmo a qualquer Torquemada do século XXI. Estas Sociedades peregrinas até têm um estatuto anti-corrupção, como se poderá constatar daquilo a que chamam de “Governo da sociedade” que no ponto que se refere a “Relacionamento com terceiros” diz textualmente que “ os colaboradores não devem aceitar bens ou objectos de valor patrimonial significativo. Não sendo possível a recusa ou devolução, essa oferta deverá ser comunicada á hierarquia para, em consenso se decidir o seu destino final”. Deve ser por exemplo o caso das garrafas de Moet & Chamdon ou as Barcas Velhas que deverão ser atribuídas á hierarquia a gosto de cada superior hierárquico, não vá o presente não servir para nada. Claro que o valor significativo do objecto, (leia-se, prenda) dependerá do ordenado de quem o recebe, mas isso não é o assunto deste artigo de opinião. Depois deste parêntesis deduzi que ter uma segunda habitação sem ser politico, director geral ou mesmo rico de nascença é tornado crime. De repente aqueles que têm que gastar o subsidio de Férias recebido ao dia 20, para poderem tomar um copo no quarto a ver o mar, ou mesmo com os pés dentro de água nas Seixeles ou noutro paraíso tropical qualquer, descobriram que havia quem tivesse essa regalia há anos, sem que tivesse roubado nada a ninguém e de uma maneira naturalmente consentida e a maior parte das vezes legal, conseguindo a mesma coisa com o ordenado mínimo. Uma injustiça, que numa sociedade capitalista tem que ser reprimida. E assim começaram a inquirir-se os seres que usufruíam da área protegida que afinal ninguém protegia, (veja-se a Arrábida, o Gerês, a serra da Estrela e todas as outras áreas protegidas alem da Ria Formosa que continua a arder e apodrecer, e que pouco mais se protege que o ordenado ao dia 20 de quem lá trabalha, salvo honrosas excepções, das quais, por acaso agora não me lembro de nenhuma). Claro que ao terem a noção de que os pescadores numa primeira fase, outras pessoas normais no decorrer dos anos, (muitos antes da revolução feita com cravos para acabar com os ricos, e que como se sabe devia ter sido feita com metralhadoras para acabar com os pobres, pelo que deu a asneira que deu, pois não criou sofrimento suficiente para que se sentisse uma verdadeira mudança), pudessem estar a beber “minis”, a 60 cêntimos com vista para o mar dos dois lados. Não podia ser. Assim e com as ideias da antiga policia politica, (com as devidas adaptações democráticas), delinearam uma estratégia baseada num dos grandes bastiões que sustenta a democracia portuguesa, - a burocracia - aliada ao grande desígnio nacional, a Inveja, com uma pitada de prepotência inerente a quem é eleito e recomenda o primo para Director-geral, começando a inquirir as pessoas ( leia-se gente) para apresentarem comprovativos de tudo o que tinham feito até aquela altura, e se tinham comprado as mobílias na Moviflor, ou no IKEA, pois isso poderia interferir com a permanência ou não nas sua casas nas ilhas, ou mesmo se tinham ido á tropa, que era uma coisa fora de moda pois havia Presidentes da República que nunca tinham ido, e candidatos a presidentes que também não, mas já há vários anos viviam do erário público sem nunca terem feito nada para isso, antes pelo contrário como os historiadores do futuro se encarregarão de esclarecer, de preferência depois deles morrerem, para que não venham a morrer antes do tempo. Parece que os presos políticos da Ria Formosa, não podiam ter filhos a estudar no “Continente” mesmo que não houvesse escolas na ilha barreira onde viviam, e não pudessem cumprir a lei que obriga a cumprir a escolaridade obrigatória, assim como outras perguntas bem delineadas pelos geógrafos e sociólogos que estão empregados nas Sociedades Polis que foram criadas para ordenar estas áreas protegidas e as outras, e que têm a exclusividade da Parque Expo, que foi criada para a Expo 98 que já acabou e que deu um prejuízo desgraçado e que tem vários processos de burla sobre alguns dos seus colaboradores, mesmo que estejam quase todos arquivados. Alguns dos inquéritos que fossem bem preenchidos poderiam significar que se poderia ficar mais uns meses nas ilhas até inventarem um plano novo com outros inquéritos, para arranjar mais umas verbas para perpetuar os empregos dos administradores dessas sociedades criadas para dar empregos aos primos. Para isso, alem dos advogados ou os primos dos primos mais ninguém sabia o que dizer nos inquéritos, o que levou a uma estratégia brilhante de dividir para reinar, que se usava muito nos tempos do antigamente, mesmo de algumas monarquias absolutistas como a que temos no Algarve onde os que mandam casam sempre, com os outros que mandam, para que o poder não caia na rua, ou pior nas mãos de alguns que ainda pensam e que decerto estragariam tudo, e toda a estratégia para proteger uma asneira que vem de Vilamoura mas que ninguém, (mesmo os que mandam) podem falar, porque há sempre uns mais poderosos uns degraus acima. Haviam inquéritos que perguntavam se a avó que tinha nascido na ilhas tinha carrapito, ou se o avô ia á “redinha”, apanhar chocos e alcabrozes á noite, ou mesmo se tinham ido ao gambozino (sinal de que já tinham sido putos e vivido na ilha nessa altura). Também perguntavam se tinham dado mergulhos da ponte antes de ser proibido como as outras coisas todas que se fazia nas ilhas barreira e que tinha a ver com a infância e com o resto da vida das pessoas e que já não se podem fazer). A única coisa que não era proibida era ir ao gambozino, pois os directores e outros quadros superiores deste Estado Novo que nos governam, iam muitas vezes para se inspirarem para fazerem as leis proibitivas que justificam a manutenção dos empregos deles, mas que estavam a levar o país á falência. A seguir ás ilhas virá a primeira linha de Quarteira, e outras localidades do litoral, depois a edificação dispersa, ( qualquer estratégia que mantenha o povo em pânico, para que seja controlável, e para o qual ajuda a televisão, quer pública quer privada, como se fosse possível ter uma televisão privada sem o apoio de quem manda na televisão pública) pois é muito mais difícil controlar os que vivem na edificação dispersa que aqueles que vivem nas cidades em “prateleiras”, e têm que ir ao hiper-mercado e ao Take-Away para irem para casa ver a programação televisiva que os irá domesticar o suficiente para votarem em quem os deixar ficar em casa quieto sem pensar, nem levantar problema, se possível recebendo ao dia 20, e fazendo o que as várias sociedades Polis e outras deste país lhes mandam . È este o futuro que nos espera, sem que pensemos e sem que por isso criemos problemas ou façamos perguntas parvas, que embaracem aqueles que mandam, e que estão ao serviço dos Outros que mandam neles. Caminhamos alegremente via democracia para a escravatura, sem darmos por isso. Só espero que os vossos filhos, quando começarem a pensar (se os deixarem), não os acusem de não terem feito nada para mudarem este sistema, porque eu farei o que estiver ao meu alcance para que os meus filhos não me venham a acusar de ser conivente com este tipo de sociedade esventrada de conteúdo onde seremos apenas carneiros, sem nunca nos deixarem sequer ser uma ovelha negra, nem ao fim de semana. Acordem. Fernando Santos |
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em: Agosto 30, 2010, 12:00:27
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| Iniciado por antonio - Última mensagem por MANO | ||
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É de facto pena que este espaço, não seja melhor aproveitado no sentido da denuncia,do debate de ideias e já agora tambêm daquilo que alguns Olhanenses fazem em prol desta Cidade,e que na minha opinião as entidades camarárias ignoram.Basta verificar-mos o desprezo recente que a autarquia impôs á colaboração pedida pela a APOS,na feitura do roteiro turisco da nossa terra.Bem como a ideia não partiu de ninguem do cartão rosa alinhado do sistema que nos governa á mais de trinta anos,então deixa de merecer valor,o que é facto e desde já felicito o DrºPaula Brito pela perserverança,lutando contra todas as adversidades,o roteiro mesmo sem o apoio desta entidade,foi publicado.
Poderá não ser perfeito,mas que não existia nenhum,tambêm é verdade e assim se mostra que a vontade e o trabalho do povo é maior por vezes que alguns subsidios.Narcisismo politico,vaidades potenciadas e televisionadas,mentiras ambientais e não SO! Olhão não precisa. Saude a todos os intervenientes. |
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9
em: Agosto 29, 2010, 10:53:28
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| Iniciado por antonio - Última mensagem por antonio | ||
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Infelizmente um dos maiores problemas que bloqueiam a mudança tanto aqui como noutros locais é as pessoas estarem cristalizadas nos seus partidos políticos.
É o tribalismo primitivo que nos impede de pensar pela nossa própria cabeça. Na altura das eleições andei a pedir para não olharem para os partidos. Sempre referi que os partidos a nível local não significam nada. Que era apenas necessário votar em gente séria. Mas qual quê? A mudança demora muito tempo. |
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10
em: Agosto 29, 2010, 08:38:21
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| Iniciado por antonio - Última mensagem por embroise | ||
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Pena Antonio, é as pessoas não defenderem acima de tudo Olhão, em vez de só pensarem nos seus partidos.
Já reparou que depois das eleições este Forum deixou de ser um local de denuncia dos elementos que o usaram para serem eleitos? É por isso que o Leal ainda se pavoneia, caso contrário, já tinha jogado a toalha ao chão, e tinha ido para Tavira gozar ler os envelopes que tem recebido. |
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