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embroise
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« Responder #2 em: Agosto 13, 2011, 08:13:45 » |
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Tavira/Prio dá espetáculo na Torre André Cardoso vence etapa e Ricardo Mestre mais perto da vitória final na Volta a Portugal em bicicleta Ricardo Mestre continua de «amarelo» e cada vez mais perto da vitória final O ciclista algarvio Ricardo Mestre (Tavira/Prio) ficou hoje mais perto do triunfo final na 73.ª Volta a Portugal em bicicleta, após uma espetacular prestação do Tavira/Prio na 8.ª etapa da prova, concluída com a subida à Torre e a vitória de André Cardoso (Tavira/Prio).
Após 182,8 km, com partida de Seia e com outras duas contagens de montanha, nas Penhas da Saúde e nas Penhas Douradas, um «sprint» entre quatro ciclistas, três deles do Tavira/Prio, deu a vitória ao trepador, que subiu ao 2.º lugar da classificação geral individual, atrás de Mestre.
Na subida final para a Torre, de quase 30 quilómetros, a equipa tavirense começou a impor um ritmo elevado, que foi reduzindo gradualmente o pelotão a grupo do «camisola amarela», absorvendo ainda, aos poucos, os 14 corredores que integraram a fuga do dia.
O anterior 2.º classificado, Hernâni Broco (Barbot/Efapel), foi um dos ciclistas que não aguentou a cadência do experiente Nelson Vitorino, atrasando-se até bastante cedo na última escalada do dia.
O andamento do corredor tavirense, a 14 km da meta, já só era acompanhado pelos colegas de equipa Ricardo Mestre e André Cardoso e por Rui Sousa (Barbot/Efapel), aqueles que foram sobrevivendo à fantástica prestação «a solo» de Vitorino e discutiram depois o «sprint» final.
André Cardoso triunfou, deixando Rui Sousa no 2.º lugar, com o mesmo tempo, Ricardo Mestre em 3.º, a 3 segundos, e Nelson Vitorino no 4.º lugar, a 14 segundos.
O vencedor mostrou-se satisfeito com a vitória e dedicou o triunfo ao homem que mais trabalhou: “É uma vitória com gosto especial. Mas que não seria possível sem um homem chamado Nelson Vitorino”, comentou Cardoso.
“Gostaríamos, eu e o Ricardo [Mestre], de lhe oferecer a vitória. Mas com o Rui Sousa na roda, coube-me a missão de defender a equipa para o «sprint» final. Mas a vitória é dele [Nelson Vitorino] também e espero que o sinta da mesma forma”, reforçou.
O «camisola amarela», Ricardo Mestre, também elogiou o papel de Vitorino na vitória e espetacular prestação da equipa. “A equipa esteve espetacular. Era uma etapa merecida para o Nelson, pelo trabalho de hoje e pela dedicação de sempre à equipa.”
O corredor algarvio diz que só vai dedicar a vitória final a alguém “quando passar a meta em Lisboa”. “Nada está garantido, só aí poderemos festejar. Até lá, pés bem assentes na terra…”
“As coisas correram na perfeição, melhor do que esperávamos. A partir do momento em que o Hernâni [Broco] deixou o grupo, mantivemos o ritmo e, no final, não seria justo não ganharmos a etapa”, comentou o diretor-desportivo do Tavira/Prio, Vidal Fitas.
Para o responsável, “o que importava era manter a «amarela» e dilatar o tempo” e isso foi conseguido. Mas nada está ganho, assegura: “Azares acontecem, pode acontecer muita coisa. Fica mais fácil mas a Volta só acaba quando cortarmos a meta no último dia.”
Na geral individual, Ricardo Mestre lidera com 1.31 minutos de vantagem sobre o colega de equipa André Cardoso. Rui Sousa (Barbot/Efapel) ocupa o 3.º lugar, a 2.24 minutos, e Nelson Vitorino subiu ao 4.º lugar, a 2.50 minutos.
O Tavira/Prio lidera também em termos coletivos, com uma diferença de 10.56 minutos sobre a Barbot/Efapel. Retirado do Região Sul. on line
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