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Autor Tópico: INJUSTIÇAS DA JUSTIÇA  (Lida 2468 vezes)
pinóquio
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« em: Março 03, 2009, 05:47:59 »


NESTE FORUM TEM-SE FALADO DE TUDO, MENOS NA JUSTIÇA.COLOCO AQUI ESTA NOTICIA E DESAFIO TODOS A COLOCAREM AQUI AS INJUSTIÇAS DAS JUSTIÇAS QUE TENHAM CONHECIMENTO



Noticia o JN que está marcado para o dia 20 de Abril, no Tribunal da Maia, o julgamento de um homem que, em 2007, terá arrombado um galinheiro e furtado duas galinhas no valor de 50 euros.
A Justiça tarda, mas chega. O criminoso andou mal e merece justa punição, quer pela mediocridade de fins quer pela ruralidade de meios.
Gente como ele, que pilha galinhas em vez de fundar um banco e pilhar as contas dos depositantes, ou como aquela septuagenária que não pagou uma pasta de dentes num supermercado em vez de pedir uns milhões à Caixa, comprar o supermercado na bolsa e igualmente não o pagar, vendendo-o depois à Caixa através de um "offshore" pelo dobro do preço (ou vendendo-lho mesmo antes de o ter comprado), não tem lugar no Portugal moderno e empreendedor.
Ainda por cima, deixou-se apanhar. Se calhar, até confessou, em vez de invocar lapsos de memória.
E aposto que nem se lembrou de se divorciar antes de ser preso, pondo os 50 euros a salvo na partilha de bens.
Não queria estar na pele do seu advogado, não há Código de Processo Penal que valha a um caso destes. É condenação mais que certa.
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embroise
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« Responder #1 em: Março 03, 2009, 07:22:23 »

o ano passado foi um grupo de traficantes apanhados em flangrante delito quando descarregavam 3 ton.de axixe na ilha do coco,no dia seguinte foram postos em liberdade pelo procurador de olhão.
se  fosse apanhado a roubar uma galinha se calhar ia logo a julgamento.
Um pescador de uma arte proibida é apanhado a cometer uma ilegalidade leva uma multa de 600 euros,pois está a pôr em risco a fauna marinha e a biodiversidade. A CMO polui a Ria com esgotos sem ter tratados e com isso põe em risco tudo o que é vida marinha e também a sobrevivência de quem vive da Ria,mas nada lhe acontece.Nem sequer tenta acabar com esses esgotos. Mas todos ostodos os anos faz uma feira de parques naturais e resevas naturais,deve ser para pensarem que em Olhão estão muito interresado na defesa do Ambiente e da Biodiversidade.
A justiça neste país é assim prende-se o pobre por roubar para comer e deixa-se o rico roubar bancos sem o recurso a armas,mas com o auxilio dos computadores.
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pinóquio
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« Responder #2 em: Março 09, 2009, 08:19:12 »



Com juizes destes,que havemos de fazer.Olhem talvez dar-lhe um magalhães
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joao pereira
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« Responder #3 em: Março 17, 2009, 08:43:27 »

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palavras para quê a justiça no seu melhor 
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pinóquio
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« Responder #4 em: Março 21, 2009, 07:04:28 »


Um post de um procurador sobre o que lhe aconteceu.Infelizmente mesmo dentro da justiça há perseguição a quem ousa levantar a voz.




 O meu caso, o caso SIRESP, o caso Freeport e Pinto Monteiro


Há que quebrar o silêncio suspenso, em nome da JUSTIÇA e da VERDADE!

Pinto Monteiro, actual PGR, não perde uma oportunidade para afirmar, nos meios de comunicação social, que é “um beirão sério” e que todos são iguais perante a lei.

Pinto Monteiro não passa de um “ministro da propaganda” da PGR/CSMP, tão mentiroso ou mais do que um “outro”, também conhecido, a nível doméstico e internacional, como “Pinóquio”, seguido por toda uma criadagem clientelar que lhe unta as botas ou que ele quer amordaçar.

Senão, vejamos:

No meu caso, a PGR/CSMP aplicou-me uma pena disciplinar de demissão (em 2000), alegando que eu havia dado um despacho “ilegal” para beneficiar um “amigo” (em 1993).

Os Tribunais da Relação de Lisboa (em 2003) e Supremo de Justiça (em 2005) disseram que o despacho era LEGAL e o Supremo Tribunal Administrativo (em 2007, a Secção e em 2008, o Pleno) reconheceu-o e disse mais, que o meu despacho não havia beneficiado ninguém, ANULANDO aquela pena disciplinar por erro nos pressupostos de facto, isto é, porque que não havia factos que pudessem fundamentar tal “benefício” e, portanto, tal pena.

Mas, apesar de tal decisão do poder judicial, a mesma PGR/CSMP voltou à carga contra a minha pessoa e, baseando-se nos MESMOS FACTOS (de 1993), aplicou-me (em 2009) a pena de “aposentação compulsiva” argumentando, agora, que eu havia dado o despacho “muito depressa”, violando o “grande princípio constitucional da igualdade”.

Isto no meu caso.

Mas, no caso SIRESP, em que o então Ministro da Administração Interna, Daniel Sanches (Procurador-Geral Adjunto, atento, venerador e obrigado!, pois então!), deu um despacho a adjudicar (por centenas de milhões) aquele sistema de comunicações a um “holding” para a qual trabalhara, despacho esse que veio a ser considerado NULO pela mesma PGR, através do seu Conselho Consultivo, porque havia sido dado num governo de gestão e, portanto, “muitíssimo depressa” e ilegitimamente, o mesmo Daniel Sanches nem sequer foi ouvido no respectivo processo que correu sobre o assunto, tendo sido liminarmente arquivado.

Hoje, Daniel Sanches, regressa às suas funções no Ministério Público como Procurador-Geral Adjunto.

No meu caso, chegaram ao ponto de me instaurarem processo-crime e vasculharam todas as minhas contas bancárias durante cerca de SEIS ANOS e nada encontraram para além dos meus vencimentos, mas, mesmo assim, acusaram-me de corrupção, acusação essa que não foi recebida pelo JIC, que proferiu DESPACHO DE NÃO PRONÚNCIA.

Mesmo assim, a “criada” da PGR, na Relação, recorreu para o STJ, que confirmou o despacho de NÃO PRONÚNCIA daquela.

Daniel Sanches nem sequer foi ouvido, nem sequer como testemunha, nem se “atreveram” a levantar-lhe o sigilo bancário.

No caso Freeport, José Sócrates, como Ministro do Ambiente, permitiu e aprovou, “muitíssimo depressa” (também num governo de gestão), um licenciamento de um “outlet” (que vale muitíssimos milhões) e nem sequer é “suspeito” e, portanto, não há lugar a levantamento do sigilo bancário.

É este o PRINCÍPIO DA “IGUALDADE” DE TODOS PERANTE A LEI a que se refere Pinto Monteiro!?

Pinto Monteiro faz propaganda de que é sério, mas, como se vê, não é, nem a “casa” que representa, bem como a “criadagem” que por lá pulula, com apenas duas excepções: a Dr. Maria Fernanda Palma e o Dr. João Correia.

Para mim, Pinto Monteiro não passa de um “moleque” ao serviço do poder e de “forças negras” e quer transformar todos os magistrados do Ministério Público em suas marionetes, como bem sabe o respectivo Sindicato.

Quanto aos leitores, tirem as vossas conclusões!

Já agora, pensem nisso!

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