Páginas: [1] 2   Ir para o fundo
  Imprimir  
Autor Tópico: Passado,presente e futuro,das pescas em olhão.  (Lida 10135 vezes)
floripes
Membro
***
Mensagens: 241


Ver Perfil
« em: Novembro 21, 2008, 06:20:28 »

Olhão  creseu e desenvolveu-se graças ás pescas,e a uma industria de tranformação do pescado.Acredita que o futuro de olhão passe pelas pescas e pela industria transformadora desse pescado?
deixe aqui a sua ópinião pois ela conta!
Registado
Omaltesdeolhão
Membro Recente
*
Mensagens: 7


Ver Perfil
« Responder #1 em: Novembro 21, 2008, 06:51:39 »

Não, não acredito mesmo nada que esta industria tenha algum futuro em Olhão, basta ver o que se está a passar com a Belaolhão, que deixou de fabricar conservas de peixe, para fabricar comida para animais, e agora pos os funcionários todos na rua e fechou portas. Angry
« Última modificação: Novembro 21, 2008, 06:59:32 por Omaltesdeolhão » Registado
Cangreja
Membro Recente
*
Mensagens: 23



Ver Perfil
« Responder #2 em: Novembro 21, 2008, 07:06:04 »

Para mim Olhão sem pesca, não é Olhão, por isso, penso que se deveria investir na industria das pescas em Olhão(e não só).
Sr(a). Omaltesdeolhão, respeito de todo a sua opiniao, mas porque será que a belaolhão está a fechar as portas e a mandar as pessoas todas para a rua? Huh?
Será porque lhes apetece? não me parece...  Undecided
Penso que será por falta de insentivo ás pescas e de compra dos produtos.
Se o governo nao inova a pesca, a agricultura, etc, isto não vai para a frente, porque os recuros biológicos é que estão a dar... Shocked
Vejam os paises mais desenvolvidos...
 
Registado
Asulado
Membro Recente
*
Mensagens: 44



Ver Perfil WWW
« Responder #3 em: Novembro 22, 2008, 02:10:45 »

No campo da indústria transformadora, acho muito difícil o aparecimento de novos investidores num futuro próximo.
A grande vantagem de Olhão era a proximidade da fonte do pescado fresco, mas esse é actualmente capturado com maior regularidade e abundância mais a norte.
Dada a parca indústria existente a sul do Tejo, a quase totalidade de fornecedores de matérias subsidiárias encontram-se a norte desse rio, onerando ainda mais esses produtos com o custo do transporte.
Registado

Asul - Entre a Barreta e o Levante
mexilhao
Membro Recente
*
Mensagens: 6


Ver Perfil
« Responder #4 em: Novembro 24, 2008, 07:18:52 »

O futuro da pesca não é de fácil abordagem e é sempre susceptível de polémica. Nos anos 60, quando começou o declínio da industria de conservas, era previsível que a pesca também entrasse em declínio. Com o fim da guerra colonial e a independências das ex-colónias, a situação viria a agravar-se. Como se não bastasse, países que eram importadores das nossas conservas, passaram a produzir e a exportar, com preços muito mais competitivos. A nossa indústria de conservas, bastante artesanal, tinha o fim anunciado e em consequência, a pesca da sardinha, não poderia resistir muito mais.

A "Bela Olhão" apareceu como que uma tábua de salvação para o pouco que restava, mas também foi sol de pouca dura.
Hoje, em dia, são dois ou três intermediários que asseguram a compra do pescado´e são esses mesmos intermediários que estão a liquidar o que pouco que resta. A ausência de concorrência, a concertação de preços e o baixo valor atribuído ao pescado, desincentiva ao investimento e os actuais armadores não tem como resistir. 

É bem provável que as novas medidas de Bruxelas, reduzindo as capturas do carapau em 30.000 toneladas, venham acompanhadas de mais uns milhões para os "abates". E os armadores vão ficar num dilema terrível: ou aguentam na esperança de melhores dias e arriscam-se a perder tudo ou recebem os "abates" e vão descansar...
« Última modificação: Novembro 24, 2008, 09:17:16 por Olhanense » Registado
Olhanense
Administrator
Membro Recente
*****
Mensagens: 42



Ver Perfil WWW
« Responder #5 em: Novembro 24, 2008, 09:19:22 »

Apenas uma explicação, este ultimo comentário foi editado apenas para alterar a cor do texto.
Que era inicialmente o vermelho.
Registado
Mano Joao
Membro Recente
*
Mensagens: 16



Ver Perfil
« Responder #6 em: Novembro 25, 2008, 11:53:46 »

A crise da pesca e da indústria transformadora estende-se a todas as zonas piscatórias do país, não sendo , portanto, um questão só da nossa cidade. Penso que ao ficarmos reféns das normas impostas por Bruxelas quanto a cotas de pescado e consequente abate de embarcações, comprometemos a economia nessa área.
Claro que houve zonas em que se apostou na modernização da frota e não no abate e isso equilibrou o desempenho. Mas aqui não. Não houve investimentos na frota pesqueira e muito menos na indústria, uma vez que as quantidades pescadas não justificavam. Nestas condições não creio que o futuro da cidade passe pelas pescas. Cada vez há menos barcos. Fábricas, uma ou duas (se não estou enganado). A pesca artesanal enferma de investimento por falta, talvez, de espírito de iniciativa. Tenho pena. Venho de uma família de pescadores e conserveiras e lembro-me bem do colorido e da azáfama da nossa cidade e de como ela vivia intensamente do mar.

Haja saúde
Mano João
Registado
Asulado
Membro Recente
*
Mensagens: 44



Ver Perfil WWW
« Responder #7 em: Novembro 26, 2008, 01:14:04 »

No meu comentário anterior apenas realcei a diferença entre sul e norte, mas já que o Mano João abordou as dificuldades a nível nacional, vou dar mais algumas achegas.
A União Europeia tem um acordo com Marrocos em que, a troco da licença de pesca de barcos comunitários em águas marroquinas, as conservas desse país podem entrar na Europa em igualdade de circunstâncias com as comunitárias.
Ou seja, as conservas portuguesas estão a concorrer com as de um país onde os operários trabalham à peça, não têm quaisquer benefícios sociais, e onde as empresas não estão sujeitas aos critérios de qualidade que a União Europeia exige às comunitárias.
Registado

Asul - Entre a Barreta e o Levante
Mano Joao
Membro Recente
*
Mensagens: 16



Ver Perfil
« Responder #8 em: Novembro 26, 2008, 11:18:49 »

Precisamente! Continuo a pensar que a nossa, digamos, posição na Comunidade relativa aos nossos interesses no sector das pescas e afins, não tem sido a melhor. Foram acordos como esse que deitaram tudo a perder. Aqui ao lado, na vizinha Espanha, a conversa foi outra. Nós ficámos reféns sabe-se lá de que "arranjos" e ficámos mal. Não temos espaço de manobra para a competitividade.

Haja saúde
Mana João
Registado
Manduru
Membro
***
Mensagens: 234


FUJEM ZÉBRAS!


Ver Perfil
« Responder #9 em: Novembro 27, 2008, 08:39:55 »

Em Portugal recebemos € para abater barcos e em Espanha receberam € para barcos novos!
Tivemos sempre governos que apenas "baixaram as calças" sempre que a UE falava! Nunca bateram o pé como a Polónia faz noutros temas.
A UE acenava com alguns € e ficava tudo contente!
Recebemos € para modernizar empresas e os donos dessas empresas compraram Vivendas e terrenos e o respectivo Jipe!
Registado

Um homem só se pode sentir realizado quando faz um filho, planta uma árvore, escreve um livro e se faz sócio do SC Olhanense! (só me falta o livro)
embroise
Membro Frequente
****
Mensagens: 446


Ver Perfil
« Responder #10 em: Dezembro 01, 2008, 06:36:34 »

O que se passou e passa com as pescas, em olhão é que numca houve uma visão de futuro para as pescas,e pior ficou quando Portugal, entrou para a então CEE. a partir dai os nossos governantes, numca souberam defender os interrese dos armadores e pescadores , e andaram sempre a reboque das decisões da europa.Se a europa dava subsidios para abate , e para a renovação da frota, logo a maioria dos nossos armadores, devido á crise nas pescas,e sem apoios de estado correram para esses subsidios de abate.
situação inversa fizeram os nossos vizinhos espanhóis,que tinham uma frota que era uma vergonha.hoje renovaram a frota, o estado deu-lhes autorização para andarem ao mar enquanto estavam a construir embarcações novas,enquanto que aqui exijiam que os armadores abatessem os barcos e estivessem parados enquanto se construiram as novas.em Portugal sempre obedeceram e continuam a obedecer cegamente ao que a U.E. manda , já os espanhóis estão-se borrifando para issso.
Registado
floripes
Membro
***
Mensagens: 241


Ver Perfil
« Responder #11 em: Dezembro 18, 2008, 07:14:21 »

pelo que ouvi hoje nas noticias ,a U.E. prepara-se para dar mais uma machadada nas pescas portuguesas.
um corte de cerca de 40% na quota do carapau. ouvi o ministro jaime silva todo idignado, a dizer que não era admissivél ,ou ele estava a fazer fita ou então tem andado a dormir este tempo todo.pois até aqui portugal numca defendeu os interrese dos armadores e pescadores portugueses.deixando-se sempre enganar pelos espanhóis e esses mais uma vez vão sair beneficiados.
ora um pais que tem o maior consumo de peixe per cápita  da U.E. cerca de 60kg de peixe por habitante,devia de saber jogar com isso, quem mais peixe consome não devia perder quotas ,pois caso caso contrário terá de importar ainda mais.mas os nossos governantes não gostam de fazer ondas e querem éestar bem com deus
e com o diabo".
Registado
floripes
Membro
***
Mensagens: 241


Ver Perfil
« Responder #12 em: Janeiro 25, 2009, 05:15:11 »

Infelizmente, as previsões do que tinha previsto em 18 de dezembro do ano passado, tornaram-se realidade. A quota de pesca foi mais uma vez reduzida para os pescadores portugueses e , põe em risco a actividade dos pescadores de Olhão e da  Fuzeta, que praticam a pesca do anzol ,pesca essa ,que é uma das que menos mal faz, em termos de preservação de stoks.
Mas os nossos governantes (CMO incluida) não souberam defender os interrese desses pescadores artesanais, e agora ,vem o presidente Francisco Leal para as televisões "reclamar" (como reclamou no caso da Bela Olhão )sobre o que está decidido. Lágrimas de crocodilo ( e promessas vãs)é o que eu chamo à entrevista do presidente da CMO á tvi.
Os nossos autarcas estão a fazer tudo para que a pesca em olhão deixe de ser uma das principais actividades económicas. E digo isso porquê? porque a nossa CMO não tem um projecto para as pescas,ou se tem não o divulga! e o resultado está á vista.
Para que serve em Olhão a sede do IPIMAR?
Não saberão os investigadores desse Instituto, que a pesca do anzol que fazem os pescadores de Olhãoe da Fuzeta, são das actividades da pesca aquela que é menos predatória? Então porque ficam esses pescadores sem quota da pescada?
Será que no futuro, vamos ser uma terra de pescadores , sem pescadores? Por falta de peixe não é ! Será sim por vontade dos politicos, que até agora tão mal nos tem governado!
Registado
embroise
Membro Frequente
****
Mensagens: 446


Ver Perfil
« Responder #13 em: Janeiro 25, 2009, 07:45:56 »

 A medida  que proibe os pescadores da fuzeta e de olhão da pesca do anzol ,  de pescarem essa especie numa zona que foi ,criada especialmente para este tipo de pesca, que é a Zona da Beirinha, é algo estranho , e fui consultar o portal do governo, sobre as quotas de pesca. E o que vi causa-me um certo espanto, pois Portugal aumentou a quota da pesca da pescada em 15%.passando de uma captura no ano 2008 ,de 2104 T, para 2420 T em 2009!
Então qual o motivo da proibição dos pescadores da fuzeta e de olhão serem contemplados com essa proibição?
O que fez a CMO e os seus responsáveis para que tal não acontecesse?
Não devia a CMO, que faz uma pomposa EXPOMAR, ter em mãos a defesa dos pescadores do concelho de Olhão?
Não devia a CMO lutar para defender os interreses dos pescadores da pescada da Beirinha , e fazer com que seja aprovada uma denominação da pescada de Olhão , como imagem de qualidade? Pois para quem não sabe a pescada apanhada pelos nossos pescadores do anzol ,era quase toda para exportada para Itália!Motivo? A pescada apanhada no anzol, não vem ferida pelas redes e tem uma qualidade superior, à capturada pelas artes do arrasto e do tresmalho.
Fazer uma EXPOMAR é muito bonito, pomposo ,e  disertar sobre esses temas também !Mas depois na realidade acontecem casos dramáticos como este!
É tempo de mudanças de atitudes politicas como essas, a floripes tem toda a razão quando questiona o IPIMAR. Os cientistas desse instituto, estudam a perservação e os stoks, das especies marinhas!Quem estuda e dá resposta ,ás realidades dramáticas dos pescadores e armadores de Olhão e da Fuzeta, da pesca da pescada capturada pelo anzol?
Registado
rb
Membro Recente
*
Mensagens: 20



Ver Perfil
« Responder #14 em: Janeiro 25, 2009, 08:02:30 »

Sem dúvida que seria bom ouvir de quem tem responsabilidade sobre estas negociações algo sobre a defesa da pesca com anzol.

Que alternativas têm estes pescadores? (Pergunto eu que nada percebo de pescas)
Registado
mexilhao
Membro Recente
*
Mensagens: 6


Ver Perfil
« Responder #15 em: Janeiro 31, 2009, 11:39:46 »

Vou procurar dar o meu modesto contributo (dentro do tempo muito limitado que tenho para aqui vir) e tentar esclarecer algumas questões que por vezes não são abordadas.
O "arrasto" é reconhecidamente a arte de pesca mais predadora. Não, pelos danos causados nos fundos, como muitas vezes se diz, mas sim, pela mortandade que provoca. A rede (normalmente com malha em forma de losango) tem tendência para fechar quando na água. Não é um acréscimo da malhagem, como muita gente diz principalmente os políticos) que impede a captura das espécis juvenis. Reduz, efectivamente, as capturas, mas não do modo suficiente. Para reduzir o by catch teriam que ser adoptadas medidas que oa armadores também não querem. Não é nada de novo. Os ingleses já o fazem há muito tempo e nós, só não o fazemos porque andamos a reboque do poderio que os espanhóis tem nas pescas.
Se o saco de malha quadrada fosse obrigatório, as espécies juvenis já não seriam capturadas ou, ainda que o fossem, seriam em número bastante reduzido.
http://www.oceanwatch.org.au/OceanWatchAustralia-SeaNet-SquareMeshCodends.htm
Tentei pôr uma imagem mais esclarecedora mas quando faço o inserir não me dá oportunidade de colocar a imagem e era importante para que as pessoas percebessem a diferença entre a malha em losango e a malha quadrada trabalhando na água e sendo uma imagem de uma rede operando na água é muito mais perceptível. Paciência. Voi ficar por aqui e ver como é que posso colocar as imagens porque só com palavreado torna-se difícil de explicar as diferenças.
Registado
rb
Membro Recente
*
Mensagens: 20



Ver Perfil
« Responder #16 em: Janeiro 31, 2009, 12:25:17 »

A fotografia que se refere é esta?


Na imagem: a square mesh codend.


Fotografia retirada daqui.
« Última modificação: Janeiro 31, 2009, 12:27:42 por rb » Registado
embroise
Membro Frequente
****
Mensagens: 446


Ver Perfil
« Responder #17 em: Janeiro 31, 2009, 05:19:05 »

será que os nossos cientistas e investigadores, sabem que com esse tipo de malha quadrada,as especies juvenis tem mais salvação?
se calhar era uma boa medida para as pescadas juvenis que alguns arrastos apanham e vendem em espanha.
Registado
mexilhao
Membro Recente
*
Mensagens: 6


Ver Perfil
« Responder #18 em: Fevereiro 01, 2009, 11:07:51 »

As minhas desculpas mas essa foi em desespero de causa. Vamos ver se desta dá...
Registado
Miguel Cardoso
Membro Recente
*
Mensagens: 12


Ver Perfil
« Responder #19 em: Fevereiro 01, 2009, 07:44:32 »

Pessoalmente não vejo o futuro da actividade da pesca profissional assim tão negro, no que se refere a Olhão, a tendência é para a existência de pequenas embarcações de pesca local e costeira, as ultimas entre os 12 e 15 metros fora a fora, modernas e bem apetrechadas, com uma tripulação 4 a 5 homens no máximo, o sector da pesca em geral está em constante mutação e vai-se adaptando as realidades actuais, a Docapesca de Olhão tem sido das lotas do País que regista maior volume de pescado descarragado.
Há que ter em conta que uma embarcação de hoje devidamente equipada possuí  um poder de captura igual ou superior a duas unidades de há vinte anos atrás, daí a necessidade de se impor alguma contingentação na actividade de forma a possibilitar a recuperação dos "Stoks".
Recentemente o I.P.I.M.A.R. apresentou ao sector um relatório sobre o estado dos "Stoks" de Sardinha na nossa costa, o resultado é preocupante, consequentemente, a Direcção Geral das Pescas e Aquicultura em conjunto com as diversas Associações e Organizações de Produtores do país, vão implementar Planos de Ajustamento do Esforço de Pesca, onde se inclui um dirigido aos Pequenos Pelágicos (Cerco), neste mesmo plano prevê-se o apoio a Cessação Temporária da actividade até 45 dias, bem como, o apoio á Imobilização Definitiva (Abate) das unidades do cerco com idade igual ou superior as 20 anos. Perante isto é certo que se abatam mais alguma unidades da pesca do cerco, e no que se refere à frota de Olhão e bem provável o abate de mais uma ou duas embarcações. Eu penso que isto não é de todo negativo, pois em virtude do estado dos "Stoks" dos pelágicos vai viabilizar a actividade das unidades mais novas e mais modernas.
O mesmo vai suceder com a pesca da ganchorra mas relativamente a esta frota que se situa toda no Sotavento, sensivelmente 50 unidades activas e o maior numero entre Olhão e Fuzeta não se preve muitos abates, 2 ou 3 no máximo, visto que existe grande espectativa dos armadores no futuro, a crise que presentemente a pesca com ganchorra está a atravessar não é singular, isto já aconteceu há anos e de repente é ultrapassado por um "bum" de moluscos bivalves.
A pesca é uma actividade aleatória e esta directamente relacionada com o relógio biológico do meio marinho.
Só uma grande catástrofe, do genero de um derramamento de petróleo ou o aquecimento global da terra é que poderá por sériamente em causa, a longo prazo, as actividades piscatórias de uma determinada localidade, tudo o resto penso que seja natural, além da diminuição dos "stoks" por excesso de pesca, as especies marinhas migram, procuram melhores locais de reprodução e desova.

Cumprimentos, Miguel Cardoso.
   
« Última modificação: Fevereiro 01, 2009, 07:53:01 por Miguel Cardoso » Registado
Páginas: [1] 2   Ir para o topo
  Imprimir  

 
Ir para:  

CSS válido! Powered by SMF 1.1.11 | SMF © 2006-2008, Simple Machines LLC
SMF_Clear by Crip
XHTML 1.0 válido!