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« Responder #20 em: Fevereiro 01, 2009, 09:54:00 » |
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Caro Miguel Cardoso, desde já as minhas boas vindas ao Forum Olhão, e à discusão neste meu tópico. Pessoalmente o meu medo, quanto ao futuro das pescas não é por falta de peixe , pois está provado que ao longo dos anos tem havido crise momentâneas em determinados sectores e Olhão e os seus pescadores sempre souberam passar por elas. O pior é como o Miguel sabe, nós estamos inseridos na U.E., e essa não quer saber de crises, e ao estabelecer quotas como foi agora a quota da pescada, se determinado barco não pescou essa espécie nestes ultimos 2 anos não teve direito a quota, mesmo que a pesca que esses pescadores façam seja a menos predatório, como é o caso da pesca do anzol. Por isso uma comunidade que sempre fez este tipo de pesca, mas que momentâneamente e porque tinha licenças para tal se dedicaram à captura do polvo, pois era mais lucrativo, e que durante 2 anos não pescou uma espécie que tem os stoks em risco, em vez de serem premiados por isso foram penalizados. Na atribuição de quotas da pescada, essas embarcações ficaram sem quota, para essa espécie, e quando a vão recuperar um vez que não a podem apanhar? é esse tipo de embróglio ,que os pescadores não compreedem ,e os cientistas e investigadores não sabe resolver,assim como a autarquia que criou um gabinete de pescas aquando da Agenda 21 mas que não funciona.Se calhar muitos armadores à primeira opurtunidade vão abater as embarcações,como já fizeram noutras ocasiões. Isso é que pode por uma comunidade em risco.Pois depois numca mais se recupera as licenças vendidas. E basta 2 gerações de pescadores para se perderem os conhecimentos adquiridos ao longo de centenas de anos, de pais para filhos e de filhos para netos. É isso que é necessário evitar, pois olhão e a fuzeta sem pescas,passam a ser terras iguais ás outras e nós somos diferentes.
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Asulado
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« Responder #21 em: Fevereiro 02, 2009, 08:25:21 » |
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As minhas desculpas mas essa foi em desespero de causa. Vamos ver se desta dá...  Apenas para ajudar o mexilhao a colocar a imagem: 
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embroise
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« Responder #22 em: Fevereiro 05, 2009, 04:12:05 » |
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segundo informação dada por um armador que esteve presente na reunião,em lisboa ,e onde eles manifestaram o seu descontentamento,face ao sistema de atribuição de quotas da pescada,onde a zona norte ficou com 78% da quota da pescada ,indo a maior parte para os barcos de arrasto de frança morte. aquota da pescada para a zona sul é isignificantehavendo barcos com uma quota de 2 ton.(quantidade que um barco pode capturar em menos de 1 mês de pesca,e os que não fizeram venda de pescada nos anos de 2006/7 ficaram sem quota. Pergunto eu que não sendo pescador conheço alguma coisa de pesca.A pescada depois de capturada pelo anzol e quando chega à superficie ,se não vier morta vem com a bexiga nadatória cheia de ar ,e mesmo que os pescadores a devolvam ao mar ela não afunda ,devido ao facto de ter a bexiga alterada.Sendo assim as gaivotas que sempre estão espreita de uma refeição, chamam-lhes um figo. Conselho meu aos pescadores do anzol da fuzeta , quando tiverem reunião com o ministro digam se tem de por etiquetas nos anzois a pedir ás pescadas para não comerem o isco.
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« Responder #24 em: Fevereiro 06, 2009, 11:04:01 » |
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Li e reli a portaria e a lei das atribuções das embarcações que podem capturar pescada,de olhão nãom chegam a uma duzia ,e para o algarve é uma isignificância.só prova que estes governantes querem acabar com as pescas as maiores quotas vão para os arrastos do frança morte.e quem controla as pescadas que os arrastos de matricula portuguesa mas nas mãos dos armadores espanhois de andaluzia vão vender a espanha? numa das rubricas diz assim deitar as pescadas ao mar quando exceder a quota. sabem o que acontece ? as pescadas não afundam conforme já foi explicado neste forum e vem as gaivotas e comem-as .será que algum ministro da U.E. sabe disto. mas entretanto os pescadores da fuzeta continuam sem poder vender pescadas. e o gabinete de pescas da CMO o que faz?
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Miguel Cardoso
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« Responder #25 em: Fevereiro 08, 2009, 07:40:18 » |
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Vão poder capturar pescada as embarcações que tem histórico (2004,2005,2006) de captura daquela espécie, já que existe um limite de captura (quota) é justo que a mesma seja distribuída pelas unidades que efectivamente exercem ou exerceram pesca alvo á pescada. No que se refere a Olhão ou ao Algarve, penso que não vão ser assim tão poucas a unidades abrangidas, brevemente será publicada uma lista das unidades com possibilidade de captura.
Relativamente às embarcações do Sr. França, este armador não tem unidades a fainar em àguas Portuguêsas, só tem navios fábrica de pesca longínqua e trabalhar em àguas Internacionais, logo, não estão implicados com a quota nacional de pescada, deixem lá o homem...
No que se refere aos arrastos de bandeira Portuguesa propriedade de Espanhóis e administrados pelos mesmos, quantos são? Pergunto eu... Também os nossos barcos da pesca artesanal Fuzeta e Olhão, licenciados para pescar em Marrocos no âmbito do respectivo acordo (águas de Países terceiros) vendem toneladas de pescada captura cá, como se fosse capturada em Marrocos e também ninguem os controla... Como os nossos barcos de pesca artesanal, também os arrastões são importântes para a nossa economia.
O sector da pesca é muiiiiiito complicado, eu estou do lado das pescadas. Salvo erro, o plano para a recuperação da espécie durará até 2010, depois de terminado, todas as embarcações poderão capturar dentro de algumas limitações, espero...
O gabinete das pescas da C.M.O., a Direcção - Geral das Pescas e Aquicultura, o I.P.I.M.A.R. as Associações e Organizações de Produtores da Pesca, julgo que fazem o que é humanamente possivel. Foi apresentado um relatório negro sobre o estado dos "stoks" de pescada, alguma coisa tinha que ser feita.
Recentemente, foi anunciado o encerramento de uma fábrica no Norte do País a "Qimonda" em Vila do Conde, onde a sua produção representa(va) 5% (salvo erro) do Produto Interno Bruto, sabem quanto representa todo o sector das pescas em Portugal? Dá que pensar...
Cumprimentos, Miguel Cardoso
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« Última modificação: Fevereiro 09, 2009, 02:50:44 por Miguel Cardoso »
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floripes
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« Responder #26 em: Março 30, 2009, 12:12:00 » |
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A realidade das pesca na costa algarvia. Falando com mestre de várias embarcações, informaram-me que as traineiras espanholas estão a pescar nas nossas águas com luzes de alta potência,chegando cada traineira,a ter mais de 50 projectores. Explicávaram-me esses mestres que a pesca com luzes na arte da trineira está proibida, pois a luz atraia o peixe miudo e faz uma mortandade grande nos stoks de várias espécies. Ora segundo o testemunho deles as traineiras esapanholas chegama vir pescar até em frente à praia do Barril. Se uma trineira portuguesa for apanhada a pescar com luzes, leva uma coima,ora os espanhóis além de não poderem pescar nessa zona ,ainda pescam com luzes e as autoridades portuguesas nada lhes fazem. É essa a realidade ,digam lá os leitores desse forum se está correcto? Pois esses barcos vem dar cabo dos nossos recursos ,apanhando peixe miudo com uma arte proibida,e ainda por cima em espanha podem vender esse peixe.
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Miguel Cardoso
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« Responder #27 em: Abril 01, 2009, 09:29:22 » |
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Não estranho, é do conhecimento geral que embarcações espanholas invadem as nossas àguas com artes de pesca ilegais/ proibidas na Comunidade Europeia, nomeadamente, as denominadas "Xuponas" ou "Hidráulicas", e capturam toneladas de moluscos bivalves entrando em concorrência directa com os nossos armadores da ganchorra. Já ocorreram algumas detenções e até apreensões de embarcações espanholas por parte da Marinha Portuguêsa, mas as incursões continuam quase diáriamente. Apesar das denuncias por parte dos armadores nacionais, a Marinha Portuguêsa muito raramente toma medidas eficazes e de força, existe a sensação que as autoridades não querem situações de conflitos/desconfortáveis com o País vizinho. Enfim... é o País em que vivemos, por outro lado, as embarcações de pesca nacionais são altamente vigiadas e inspeccionadas pela Marinha. Depois, os armadores espanhois além de serem os mais infractores da C.E., estão muito bem organizados, tem informadores em terra e sabem quando a Policia Maritima Portuguesa sai para o mar, há relatos de a lancha da Policia Maritima Portuguesa estar a sair da barra de Vila Real de Santo António e de imediato as embarcações espanholas começam a fuga para o lado Espanhol. No tempo em que o Sr. Paulo Portas foi ministro da defesa (foi o unico que fez alguma coisa de concreto), devido às constantes denuncias mandou estacionar uma corveta na zona de fronteira e um avião para inspecionar a costa, deu resultados práticos. Presentemente não existe mais nada além da Policia Maritima de Vila Real de Santo António e os meios que possuem. Uma coisa é certa, os armadores Espanhois ambicionam muito a area de pesca Portuguêsa. Cumprimentos, Miguel Cardoso
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« Última modificação: Abril 01, 2009, 09:32:14 por Miguel Cardoso »
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floripes
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« Responder #28 em: Abril 17, 2009, 06:26:54 » |
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A C.M.de Faro e o IPIMAR vão apoiar um projecto de pesca à lingúa com redes de malhagem assasina! o IPIMAR vai cordenar um uma arte que até aqui era proibida. E assim sendo, os pescadores da ilha da Culatra, vão ser apoiados,numa arte altmente predatória ,que é a pesca com redes de emalhar de nailon e somente o.25 mm. Para quem não sabe, esta arte não apanha só a lingúa apanha o resto das espécies, tais como bicas e besugos (entre outras),que não se podem comercializar com menos de 18 cm. Mas ao mesmo tempo os pescadores da pesca do anzol não podem capturar pescadas. Vamos lá tentar compreender estes investigadores. Tem autoridade para autorizar uma arte predatória, mas não sabem autorizar a apanha da pescada com anzol que é a forma que vale mais dinheiro, e que merecia ser um producto certificado, como Pescada da Beirinha. Aconselho os investigadores a irem recolher as redes que estão a oferecer, junto com os pescadores, para verem com os seus olhos a mortalidade que causam,pois com certeza que estes não lhes vão fazer um relatório a dizerem que matam mais,do que vendem.
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floripes
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« Responder #29 em: Abril 28, 2009, 08:57:39 » |
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Expomar em Olhão.começa com um seminário internacional sobre aquacultura offshore, no segredo dos deuses pois só hoje se soube.o que se vai passar na expomar. sobre esse tipo de aquacultura ,sei o que tem sido divulgado na comunicação social,que já dura há mais de 2 anos,embora se saiba, que um armador de Portimão e um filho de um ex.director das pescas já tem concessões. Não sei é o motivo dessa discriminação,num governo que tanto apregoa a igualdade de oportunidades.Sei é que há sempre uns mais iguais que outros! Veremos o que esse semanário vai esclarecer os cidadãos . Pena que não se discuta na Expomar os verdadeiros problemas da pesca em Olhão,que vão desde a recente oferta de redes assassinas, em nailon com malha de 0.25, para um projecto de pesca sustentavél. licenças essas que foram atribuídas aos pescadores da ilha da culatra,inseridas num projecto comunitário e visionado pelo IPIMAR de Olhão. Pena também que não se discuta se deve voltar a haver defeso do polvo ou não? pena também que não se discuta o verdadeiro motivo ,que os pescadores da Fuzeta ficaram sem licenças de pescarem a pescada com anzol? Pena que não se discuta, porque foi chumbado o porto de pesca artesanal na parte leste da doca. Bom é pena tanta coisa que mais vale terminar pois os nossos autarcas devem estar muito ocupados, para darem resposta a esses problemas dos pescadores.
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ZeDePechao
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« Responder #30 em: Abril 28, 2009, 09:06:17 » |
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Amanhã menbros e amigos do SO! Somos Olhão vão estar á entrada da Expomar para recolha de Assinaturas para a Petição ao Parlamento Europeu "Salvar a Ria Formosa"! Apareçam e tragam 1 amigo tambem!
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atlanticblue1
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« Responder #31 em: Abril 29, 2009, 11:45:55 » |
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caros colegas do forum,
é realmente triste verificar que, alguns de nós, afirmem certas e determinadas situações e/ou factos sem de facto estarem inteiramente dentro dos projectos ou ideas.
Penso que apenas devemos afirmar quando temos provas do sucedido, portanto peço que tenham alguma atenção naquilo que citam ou dizem sem terem conhecimento de facto.
Em relação as aquaculturas offshore , ainda não há nenhum despacho ou edital que indique quem, onde, e quando serão dados os lotes de que tanto se fala. Embora na minha opnião deveria ter sido efectuado um estudo prévio para saber se realmente a nossa costa é de facto propicia a este tipo de estruturas.
sem mais
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Miguel Cardoso
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« Responder #32 em: Abril 29, 2009, 09:54:05 » |
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Os pescadores da Fuzeta não "ficaram sem licenças de pescarem a pescada com anzol", tanto que presentemente existem uma série de unidades da Fuzeta e Olhão a capturar pescada com palangre de fundo e não vão mais unidades porque não querem, há quota disponivel para todos (no Algarve), estão é anualmente limitados a um determinado limite no volume de captura daquela espécie, e bem...
Miguel Cardoso
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floripes
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« Responder #33 em: Julho 08, 2009, 04:44:16 » |
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em Olhão e no Algarve os arrastos espanhois já não precisam de invadir as nossas águas para o arrast costeiro ,como acontece nos Açores http://http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1390803. A razão é que os armadores espanhois compraram a maior parte da frota algarvia dessa arte altamente predatória que mata, mais do as espécies , que aproveita. Mas os nossos governantes permitem tudo e mais alguma coisa ,e até deram subsidios para os pescadores da ilha da Culatra comprarem artes assasinas de nailon de 0.020 mm para a pesca da lingua(chamada pesca invisivel,ou fantasma). Gostava é de saber quem fiscaliza,e o que essa arte mata sem ser as famosas linguas. Já agora qual o valor em lota dessas linguas.
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Miguel Cardoso
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« Responder #34 em: Julho 08, 2009, 08:08:24 » |
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Boas Floripes
Eu não sei ao certo quantos arrastões de bandeira Portuguêsa estão nas mãos de armadores Espanhois, mas sei que não são assim tantos como se fala, agora a verdade é que os nossos "hermanos" tem adquirido um grande numero de unidades de pesca costeira de V.R.S.A., Tavira e Santa Luzia licenciadas para fainar com armadilhas de abrigo (Gaiolas e Alcatruzes) para a captura de Polvo. Isto já aconteceu no passado com a frota da Ganchorra. Os armadores espanhois são empreendedores e assim que sabem que uma determinada arte está a dar resultado cá deste lado, atiram-se que nem tubarões, mas quanto a isto não há nada a fazer, o governo Português não pode impedi-los, agora pode e deve fiscaliza-los constantemente pois sabe-se que tudo o que capturam cá vai para lá, o problema consiste aqui, eles apanham tudo e mais alguma coisa e vão vender em Espanha, nestes casos a fiscalização deveria ser mais apertada por parte das nossas autoridades. Não quero com isto dizer que a Marinha/Policia Maritima não é eficaz, pelo contrário, deveriam era ser mais exigêntes e mais atentos com as unidades exploradas por armadores/empresas Espanholas. Mais tarde darei a minha opinião sobre as licenças de pesca para a captura de linguas em experiência, sei que esta experiência está a ter a colaboração de alguns armadores/pescadores da Ilha da Culatra e que é monitorizada pelo I.P.I.M.A.R., não é uma arte cobiçada pelos outros armadores, logo, parece que não está a dar grandes resultado, cáso contrário, todos queriam ser beneficiados com aquela arte, a exemplo do que se passou e passa com a quota da pescada.
Miguel Cardoso
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floripes
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« Responder #35 em: Julho 08, 2009, 10:06:26 » |
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Caro Miguel Cardoso,há muito tempo que não trocava-mos ópiniões neste forum. desde já os meus cumprimentos pois é dos poucos membros deste forum que tem ópinião sobre as pescas,mas é mesmo assim cada um tem os seus interrese e as suas ópiniões e nós devemos respetar isso. olhe em breve vou dizer o nº aproximado de arrastos com bandeira portuguesa nas mão dos espanhois. uma coisa eu lhe garanto a celebre pescadinha de rabo na boca,que é a marmota,nem uma que os espanhois jogam fora,e vendem-na toda em espanha .se aqui em portugal não a podem vender como a vendem em espanha? sei que os arrastos do marisco tem quotas de peixe muito limitadas, mas e essas quotas, se eles venderem em espanha são respeitadas? quem fiscaliza a actividade desses arrastos nomeadamente os portos que eles vão vender? sabemos que os armadores espanhois, donos do arrastos portugueses, argumentam que vão vender a espanha, por causa do preço dos combustiveis,mas será isso legal? sobre a pesca da lingua gostva de sber onde irão ser publicados esses resultados,para ver se neles estão contemplados a mortandade que provocam. até breve. Floripes
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atlanticblue1
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« Responder #36 em: Julho 08, 2009, 11:21:18 » |
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Caros Senhores, Uma boa noite a todos, até que enfim se fala nas Pescas!!!! Arrastos Espanhois, gasoleo, vendas em LOTA OU Não, guias de transporte, docapesca, diarios de bordo, fiscalizações, marinha, amigos, zarolho, passa que não passa, passa isto mas é aquilo, etc etc etc. Os arrastos pescam tudo e muito disso é bycatch, ponto final, mas não se esqueçam das familias dos pescadores e mesmo dos pescadores que lá trabalham e ainda trabalham, o que já não é nada mau!!! Agora o resto é outra conversa!!! Pois se existem algum tipo de fiscalização ou mesmo rigor na matéria da pesca, ou mesmo no País(diria sitio e ainda por cima mal frequentado), não haveria pesca, e NÒS somos Pescadores, pois não é por acaso que temo uma ZEE enorme, uma das maiores e ainda queremos mais, penso eu de que!! Pesca local?  ? hmmmm , e os preços q ue o px é vendido?? é melhor jogar no euromilhões e levar ainda algum pouco pra casa e vamos lá ver se chega até amanhã!! ou até pra semana!!!!, a ver vamos.
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Miguel Cardoso
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« Responder #37 em: Julho 10, 2009, 10:17:09 » |
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Boas Floripes
Efectivamente os Espanhois apanham e aproveitam todo o pescado que capturam, basta dar uma volta pelo mercado de Ayamonte e este facto é de facil constactação. A nivel europeu e no sector das pescas os espanhois são considerados os mais indisciplinados e incumpridores, os Governos espanhois todos os anos pagam multas a C.E. por infracções graves na pesca no ambiente...., mas isto é uma faca de dois gumes, a costa sul Espanhola está praticamente delapidada. O sistema de venda deles é muito diferente do nosso, o pescado é vendido directamente ao comerciante o controle e fiscalização é muito ténue, só é declarado/facturado o que se quer. Relativamente ao facto de embarcações portuguesas efectuarem descargas de pescado em portos espanhóis é legitimo desde que sejam costeiras e que cumpram com uma série de formalidades perante as autoridades espanholas, nomeadamente, avisar antecipadamente as autoridades e identificar a unidade, as embarcações de pesca da comunidade europeia com mais de 10 metros estão obrigadas a preencher os diários de pesca antes da chegada ao porto de descarga, posteriormente, os duplicados dos mesmos são entregues às autoridades de bandeira da embarcação, é necessário é que a fiscalização seja efectiva e actue, os diários de pesca podem ser confrontados com a facturação...; agora pescar em aguas espanholas só podem as unidades portuguesas devidamente licenciadas para tal e vice versa.
Cumprimentos, Miguel Cardoso
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floripes
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« Responder #38 em: Setembro 19, 2009, 06:35:02 » |
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fui hoje informado que os espanhois foram contemplados com mais 12 licenças de pesca de arrasto na costa algarvia , ao abrigo do acordo fronteiriço. sei também que a frota portuguesa do arrasto, está a enfrentar uma grave crise seja a frota do arrasto com ganchorra, seja a frota do arrasto costeiro, pois o preço do pescado e do marisco,baixaram este ano,devido à crise no mercado espanhol e que absorvia a quase totalidade,do marisco de 1ª vendido na lota de Vr Stº António. Ora se para as nossas embarcações o mar cada vez dá menos, como é possivel a atribuição de mais 12 licenças aos espanhois no presente ano?
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« Última modificação: Setembro 19, 2009, 08:36:30 por floripes »
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« Responder #39 em: Maio 08, 2010, 03:05:12 » |
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Poucos dias da abertura deste tópico, no Forum Olhão,fiz estas declarações.
Novembro 21, 2008, 06:20:28 » "Olhão cresceu e desenvolveu-se graças ás pescas,e a uma industria de transformação do pescado.Acredita que o futuro de Olhão passe pelas pescas e pela industria transformadora desse pescado? deixe aqui a sua opinião pois ela conta!"
A CMO não ligou, a estas declarações, e Francisco Leal dizia que o futuro de Olhão passava pelo turismo. Hoje é o Presidente da República, e os membros deste governo que dizem que o mar e a industria de transformação do pescado é um dos factores de desenvolvimento de Portugal! Por esse motivo andam à disputa uns com os outros a ver quem inaugura mais fábricas de conservas e observatórios de Aquicultura,como se viu na ultima semana em Olhão,afinal as pescas e a industria de transformação tem futuro ou não tem? Será verdade aquilo que falam?Ou é pura propaganda ? Porque não ligam os autarcas ao que se discute no Fórum Olhão, talvez assim não tivessem apostado no cavalo errado!
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