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Autor Tópico: A Ria agoniza,  (Lida 2570 vezes)
Golgota
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« em: Junho 20, 2009, 04:12:02 »

A Ria Formosa devido a politicas erradas está agonizando, a produção de ameijoa boa caiu drasticamente, a valor da ameijoa boa anda muito proximo do da ameijoa canita, as grandes superficies instaladas na região (Modelo, Jumbo,Pão de Açucar, Continente) não comercializam a Ameijoa da Ria, preferem comercializar ameijoa japonicas vindas da Tunisia, algums Restaurantes e marisqueiras tambem preferem gastar ameijoas da tunisia e até da Coreia que adquirem na Makro por uma fracção do preço da Ameijoa boa.

Mas nem tudo está mal pois uma vez que a Ria está a morrer e que exceptuando meia duzia de "malucos" que se associaram numa organização que segundo o nosso Presidente da CMO é de caracter terrorista de dá pelo nome de "SO! Somos Olhão" ninguem parece se importar com isso.

Agora temos esta boa noticia
Bivalves do produtor para o prato
 
 
hugo rodrigues Ver Fotos »

Centro expedicao Bivalves em Olhão 
Aproximar os produtores de bivalves da ponta final da cadeia de comercialização, fazendo com que o produto na origem tenha um valor acrescentado, é um dos grandes objectivos do Centro de Expedição de Bivalves que a associação de produtores OlhãoPesca acaba de inaugurar na zona Industrial de Olhão.

A infra-estrutura passará a receber, calibrar, embalar e expedir para o mercado moluscos oceânicos que não precisam de depuração por virem do mar alto.

O centro, oficialmente inaugurado no início da semana, tem capacidade para processar três toneladas de pescado por dia e era uma necessidade há muito identificada por produtores e armadores de bivalves de Olhão.

Este centro, como frisou o presidente da OlhãoPesca António da Branca, foi erguido com uma preciosa ajuda do Estado.

Talvez por isso, o secretário de Estado das Pescas Rui Vieira fez questão de estar presente, pedindo mesmo para que a cerimónia fosse adiada um dia, para poder encaixar o evento na sua agenda.

O membro do Governo veio a Olhão deixar uma mensagem clara aos produtores. Na sua visão, a criação do centro terá de ser acompanhada de um esforço na área comercial, defendendo que fosse dado «lugar aos mais jovens», aproveitando recém-licenciados e outros jovens «com perfil adequado» para fazer a gestão e comercialização do produto.

«Há que arranjar gente qualificada, algo que não é difícil e trará mais retorno aos pescadores», considerou.

A ideia é dinamizar uma área para a qual os produtores não têm mostrado grande vocação até agora: a de ir à procura de clientes finais. «A hotelaria, a restauração e mesmo a nossa vizinha Espanha são mercados muito importantes, que devem ser explorados», referiu Rui Vieira.

«Há verbas disponíveis para apoiar a associação na compra de uma ou duas viaturas de distribuição, para colocar o produto no final da cadeia. A comparticipação pode ir de 50 a 70 por cento, a fundo perdido», revelou.

A construção do novo Centro de Expedição de Bivalves da Olhão pesca custou 260 mil de euros, 111 mil dos quais foram atribuídos a fundo perdido, pelo Estado português. A Câmara de Olhão também apoiou a construção da infra-estrutura, cedendo o terreno onde esta está implantada.

Segundo António da Branca, este centro vem ajudar em muito os associados da OlhãoPesca, mas vai, numa primeira fase, arrancar com um efectivo de apenas «2 ou 3» funcionários. A cautela deve-se ao facto de, nos últimos tempos, terem aberto «vários centros de expedição em Olhão», muitos dos quais «de associados da OlhãoPesca».

O presidente da associação de produtores explicou que, à semelhança do da associação de produtores, estes centros surgiram no seguimento de uma necessidade «identificada há 3 anos», tendo sido concluídos mais cedo.

Da parte da associação o compromisso é, para já, garantir que o produto que lhe chega em bruto às mãos saia do centro em condições de ser comercializado.

Os bivalves que dali saírem terão uma certificação, já que o centro cumpre «todos os requisitos exigidos por lei», o que permitirá aos produtores portugueses vender em Espanha, onde é exigido que os bivalves de origem oceânica passem num centro desta natureza.


20 de Junho de 2009 | 10:32
hugo rodrigues

 
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« Responder #1 em: Junho 20, 2009, 10:27:15 »

a ria só agoniza porque as associações de produtores são tudo menos defensores dos productores.
A ameijoa japónica que a colgota diz que vem da tunisia vieram foi da tunisia como semente e agora cultivam-se na ria porque são mais resistentes à poluição.
essa ameijoa veio da tunisia,pela ganância de determinados comerciantes,e pela ignorancia de alguns viveiristas.
uma coisa é certa se essa ameijoa foi importada da tunisia a principal responsabilidade é das autoridades, pois é proibido a introdução na ria de espécies exóticas e até hoje nimguém controla nada.
nem o parque ,nem as organizações de productores que deviam ser os primeiros a estar contra a entrada dessas espécies na ria.
mas a CMO com um gabinete de aquacultura esta-se nas tintas para essas questões ou se calhar nem sabe delas.
pois se não se preocupa em tratar os esgotos ,que teima em mandar para a ria sem tratamento,,assim como deixa etars que de tratamento só tem o nome,muito menos s preocupa com estas questões de introdução de espécies exóticas na ria.
mas a CMO consegue controlar as associações de productores por isso eleas não falamn desses problemas,pois quando vem subsidios da U.E.quem está nessas organizações são os 1º a receber.
para bom entendedor meia palavra basta.
uma coisa é certa cada ano que passa a producção de ameijoas boas é menor.
soluções da CMO? ZERO!
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